Uma criança pode desenvolver febre após um golpe de calor. A insolação deve-se ao facto de se estar a uma temperatura elevada, a um ambiente de calor elevado, ao aumento da radiação de calor para o corpo ou ao facto de o exercício físico extenuante produzir demasiado calor, o que pode levar a que o calor do corpo não seja adequadamente distribuído, fazendo com que o calor do corpo se acumule e cause danos. As manifestações típicas da insolação são febre alta (superior a 41°C), ausência de transpiração e perturbação da consciência. Os sintomas precursores incluem fraqueza geral, fadiga, tonturas, dores de cabeça, náuseas, diminuição da transpiração, seguida de uma subida rápida da temperatura corporal, sonolência, delírio ou coma, pele seca e ardente, ausência de transpiração, rubor ou palidez, podendo também haver cianose, arritmia cardíaca, respiração superficial e rápida e, mais tarde, respiração em cochilo, contração dos membros e dos músculos de todo o corpo. Em casos graves, podem ocorrer choque, insuficiência cardíaca, edema pulmonar, edema cerebral, insuficiência hepática e renal e coagulação intravascular disseminada. Quer se trate de uma criança ou de um adulto, a insolação deve ser ativamente tratada com um tratamento de arrefecimento. Devido à função insuficiente das glândulas sudoríparas nas crianças, é necessário um tratamento de arrefecimento físico, como sacos de gelo, pulverização de névoa de água, etc.; se necessário, podem ser utilizados medicamentos como o ibuprofeno e o acetamido para reduzir a febre, tal como prescrito pelo médico. Quando a criança apresenta os sintomas acima referidos, recomenda-se que se dirija atempadamente ao hospital, sob a orientação do médico, para tratamento.