O aripiprazol é eficaz no tratamento da mania. Recomenda-se a escolha do medicamento adequado para o tratamento sob a orientação de médicos profissionais.
O aripiprazol pertence a um novo tipo de fármacos antipsicóticos, com efeito bloqueador dos receptores d2 da dopamina e dos receptores da pentraxina 2, e tem um efeito seletivo no sistema límbico da zona cerebral média, de modo a obter o efeito do tratamento da mania.
O aripiprazol não trata apenas a perturbação bipolar, mas também perturbações psiquiátricas como a esquizofrenia e a síndrome de Tourette em crianças.
A toma de aripiprazol pode provocar dores de cabeça, ansiedade, sonolência, anorexia, náuseas, vómitos e, em casos graves, pode induzir gastroenterite, colecistite e úlcera gástrica.
A hipersensibilidade clínica ao aripiprazol está contra-indicada. Utilizar com precaução em mulheres grávidas e lactantes, crianças com menos de 18 anos de idade e doentes que sofram de doenças cardiovasculares, epilepsia e demência da doença de Alzheimer.
Ao utilizar o Aripiprazol, os doentes devem seguir as instruções do médico e lembrar-se de não o tomar em privado, de modo a não causar efeitos adversos.