Uma vez efectuado o diagnóstico de feocromocitoma, é necessário determinar se é benigno ou maligno. Se for benigno, podem ser utilizados meios cirúrgicos para o remover; cerca de 10% são malignos e, se for maligno, pode ser considerada a radioterapia ou a quimioterapia para o eliminar e aliviar. No caso das pessoas com níveis elevados de catecolaminas urinárias, nove em cada dez têm feocromocitoma. Isto deve-se ao facto de os feocromocitomas segregarem adrenalina, o que leva a uma pressão arterial elevada e até a distúrbios endócrino-metabólicos, que se reflectem no aumento dos níveis de catecolaminas no sangue e na urina. Por conseguinte, a pressão arterial deve ser controlada durante o tratamento com fármacos anti-hipertensores, sendo os mais utilizados clinicamente os alfa-bloqueadores, como a fenazopiridina, a prazosina e a doxazosina, etc. Se o doente apresentar taquicardia, podem ser adicionados beta-bloqueadores. Os beta-bloqueadores devem ser precedidos de alfa-bloqueadores para baixar a pressão arterial e devem ser administrados continuamente antes da cirurgia. A cirurgia laparoscópica é a opção clínica habitual e é um método mais estabelecido na China. Se o feocromocitoma estiver ligado a um órgão do corpo e estiver profundamente ligado, o órgão tem de ser completamente removido ou pode recorrer e, no caso de tumores malignos, pode metastizar. O feocromocitoma pode afetar gravemente a pressão arterial e produzir adrenalina constantemente, o que pode provocar um ritmo cardíaco acelerado e stress emocional.