Na fase inicial do crescimento do tumor, as células tumorais já se espalharam por todo o corpo (por exemplo, fígado, pulmões, ossos, cérebro, etc.) através da circulação sanguínea e dos canais linfáticos, constituindo um perigo oculto de recorrência e metástase, e os meios médicos actuais não conseguem detetar estas “sementes (células)” dispersas. Por conseguinte, o tumor não é uma doença local, mas sim uma doença sistémica. Para além da remoção cirúrgica da massa local numa fase inicial, são também necessários medicamentos de quimioterapia para matar as “sementes” disseminadas sistemicamente, a fim de evitar, tanto quanto possível, a recorrência e a metástase do tumor.