A escolha do tratamento baseia-se principalmente em dois aspectos, nomeadamente na fase precoce e tardia da doença e na condição física do paciente. Existem três métodos de tratamento tradicionais principais para o cancro do pulmão, nomeadamente a cirurgia, a radioterapia e a quimioterapia. A cirurgia é adequada para pacientes com fase inicial da doença (fase média ou inicial) e em bom estado geral de saúde. Se o tumor puder ser completamente removido (ou quase completamente removido) e o paciente for fisicamente capaz de tolerar a cirurgia, a cirurgia deve ser preferida porque, de acordo com os dados actuais, a sobrevivência e qualidade de vida dos pacientes após a cirurgia (especialmente pacientes em fase inicial) são significativamente mais elevadas do que aqueles que recebem tratamento não cirúrgico. A radioterapia ajuda a controlar o tumor localmente, e alguns pacientes podem conseguir cura ou remissão significativa. A quimioterapia é eficaz em alguns pacientes (20-30%), mas também tem efeitos secundários mais tóxicos e, por conseguinte, tem indicações. Novas modalidades de tratamento incluem terapia interventiva (TAC, ultra-som ou sob orientação intra-operatória) com microondas, radiofrequência, faca de hélio de argônio, colocação de partículas e assim por diante. As indicações são principalmente para aqueles que têm um tumor limitado e cuja idade e condição física não são adequados para cirurgia. A terapia medicamentosa orientada é uma abordagem que tem surgido nos últimos anos. Pode ter um efeito miraculoso em pacientes específicos rastreados, mas a maioria deles continua a ser ineficaz e dispendiosa. Existem também tratamentos de imunoterapia e medicina chinesa, que podem ser experimentados, mas são apenas como tratamentos complementares. O tratamento do cancro do pulmão ainda é um processo de tratamento abrangente multidisciplinar e multi-método, e há muitos novos avanços na investigação para cada método de tratamento (seja cirurgia, radioterapia, quimioterapia, terapia orientada, etc.), mas o efeito do tratamento ainda não é satisfatório. O tratamento individualizado é também uma tendência de tratamento futuro. Em suma, o desenvolvimento de um plano de tratamento científico, racional e avançado é a base para um tratamento bem sucedido.