Os efeitos da insuficiência ovárica prematura e os critérios de diagnóstico A insuficiência ovárica prematura é uma doença ginecológica endócrina comum em mulheres em idade fértil, que pode provocar menstruação anormal, sintomas da menopausa, infertilidade, bem como o aparecimento precoce de osteoporose e doenças cardiovasculares. O diagnóstico precoce e o tratamento imediato são, por conseguinte, muito importantes. Critérios de diagnóstico: 4 a 6 meses ou mais de menopausa e uma análise ao sangue para a hormona folículo-estimulante > 40 U/L. Tratamento da falência ovárica prematura A suplementação hormonal é o tratamento de eleição para a falência ovárica prematura. Dosagem específica: simulando geralmente um ciclo menstrual normal, a progesterona é adicionada ao estrogénio durante 10 a 14 dias por mês. Um dos regimes específicos: suplementação oral com Glaxo 2 mg por dia, seguida da adição de um comprimido diário de didrogesterona 10 mg, com início 11 dias após a toma e paragem durante 21 dias, parando durante 7 dias antes de iniciar o ciclo de tratamento seguinte. A suplementação hormonal é geralmente recomendada e deve ser utilizada pelo menos até à idade normal da menopausa da doente e, posteriormente, tratada como uma mulher que tem menopausa numa idade normal.