Alguns tratamentos com medicamentos específicos podem levar ao desaparecimento completo do tumor, ou seja, a remissão completa do tumor é alcançada, mas a maioria dos medicamentos específicos só pode levar à remissão parcial do cancro e não ao desaparecimento completo do cancro. Num pequeno número de pacientes, as lesões cancerígenas originais já não podem ser vistas durante exames de imagem, tais como ultra-sons, TAC ou RM após o tratamento com medicamentos específicos, e o desaparecimento completo do tumor através do tratamento pode geralmente prolongar significativamente a sobrevivência dos pacientes com cancro. Contudo, na maioria dos pacientes, após tratamento com medicamentos específicos, embora as lesões cancerígenas possam ser reduzidas em 1/3-1/2 ou mesmo 3/4 do tamanho do que antes do tratamento, ainda existem algumas lesões cancerígenas. Portanto, o tratamento com medicamentos específicos requer geralmente um longo período de consolidação e manutenção para manter a estabilidade da condição cancerígena e impedir o desenvolvimento futuro do cancro. É também importante notar que a terapia com medicamentos específicos, tal como a quimioterapia convencional, pode tornar-se resistente ao tratamento após um período de tempo. Mesmo que o tumor desapareça após o tratamento com medicamentos específicos, ainda existem células cancerígenas potenciais no corpo do paciente. Estas células cancerosas podem reentrar no ciclo de proliferação e crescimento após o desenvolvimento de resistência aos medicamentos, fazendo com que o cancro se repita.