Após a cirurgia de colesteatoma do ouvido médio, deve prestar atenção à limpeza e secura da área afetada, fazer um bom trabalho de cuidados diários, e se precisa de a limpar regularmente, deve basear-se na análise específica da situação. Recomenda-se um acompanhamento atempado, sob a orientação do médico, para tratar a situação. O colesteatoma do ouvido médio é também conhecido como otite média colesteatomatosa, que se pode manifestar principalmente como pus no ouvido, perda de audição, vertigens e outros sintomas. Em princípio, esta doença deve ser tratada com cirurgia o mais cedo possível, e para evitar infecções e complicações locais. Após a cirurgia, o ouvido deve ser mantido limpo e seco para evitar a infeção do trato respiratório superior. Após a cirurgia, o doente deve ser examinado regularmente para determinar se existe alguma infeção, recidiva do colesteatoma, danos na membrana timpânica, etc., e deve ser realizado um exame otoscópico para remover as crostas no canal auditivo atempadamente, de modo a evitar a reinfeção e a recidiva do colesteatoma; é também necessário evitar a entrada de água no canal auditivo na vida quotidiana, e não limpar o canal auditivo sozinho, não deixar cair medicamentos no canal auditivo sem autorização; é também necessário assoar corretamente o nariz para evitar infecções do trato respiratório. Se após a cirurgia ainda houver pus no ouvido ou outros sintomas incómodos, também é necessário consultar um médico atempadamente para tratamento.