Reconstrução da orelha: cartilagem? Pseudocompósito?

Os doentes com microtia congénita e defeitos da orelha são frequentemente observados em clínicas de cirurgia plástica e, para estes doentes, a reconstrução da orelha é a melhor opção. A chave para a reconstrução da orelha é o stent auricular, porque a forma da orelha reconstruída depende principalmente da escolha do material do stent auricular e da escultura do stent. Atualmente, os materiais que podem ser utilizados como andaimes de orelha na cirurgia reconstrutiva podem ser divididos em duas categorias: uma é a utilização de tecido autólogo (cartilagem autóloga) e andaimes (aloenxerto, xenoenxerto ou materiais sintéticos); e a outra é a utilização de falsificações de orelha (orelhas protéticas). Então, qual é o melhor tipo de suporte auricular a escolher? A restauração da orelha através de próteses auriculares consiste na instalação de próteses auriculares através de técnicas de implantes médicos, cujas vantagens são: cirurgia menos invasiva, vasta gama de aplicações, ausência de danos na área dadora. As principais desvantagens são: o paciente pode psicologicamente acreditar que a prótese auricular não é o seu próprio tecido, a prótese auricular precisa de ser limpa todos os dias, a cor da prótese auricular não é consistente com a pele circundante e pode desvanecer-se e amarelecer com a mudança de temperaturas e estações, bem como com o uso prolongado. Além disso, a prótese auricular pode cair e terá de ser substituída a cada um ou dois anos, o que implica um custo mais elevado. Em contrapartida, a utilização de tecido autólogo (cartilagem) para a reconstrução da orelha é atualmente a corrente dominante da reconstrução da orelha, cujas vantagens são: o doente acredita que a orelha reconstruída com tecido autólogo é “sua” e a orelha externa reconstruída pode crescer com a idade; a pele da orelha reconstruída é da mesma cor que a pele circundante e tem uma boa sensação; e mais tarde A pele da orelha reconstruída é da mesma cor que a pele circundante e tem uma boa sensação. As desvantagens são: a cirurgia é mais invasiva, há danos na área doadora e fica uma pequena cicatriz local. Em geral, estes dois métodos têm as suas próprias vantagens e desvantagens. Atualmente, a maioria dos médicos acredita que o andaime autólogo de cartilagem da costela é a melhor escolha para os doentes com microtia congénita e defeitos da orelha porque tem os melhores resultados e menos complicações a longo prazo, sendo por isso o mais utilizado. (Nota: Nos últimos anos, também têm sido disponibilizados em laboratório andaimes de cartilagem auricular de engenharia de tecidos, mas ainda há um longo caminho a percorrer antes de poderem ser utilizados na clínica).