A mastopexia aumenta o risco de cancro da mama?

A investigação atual sugere que o aumento do peito não aumenta significativamente o risco de cancro da mama, quer clínica quer patologicamente. No entanto, o cancro da mama e o aumento da mama podem coexistir e não se deve assumir que a presença de aumento da mama exclui o risco de cancro da mama. A mastocitose é a forma mais comum de lesão mamária. A Organização Mundial de Saúde designa a mastocitose como uma malformação estrutural benigna da mama e não é propriamente uma doença, mas sim uma lesão fisiológica. A mastocitose está associada a uma disfunção endócrina nas mulheres, particularmente com estrogénios, e qualquer medicação pode apenas aliviar os sintomas, mas não curar a mastocitose. Como os níveis hormonais podem flutuar devido a alterações endócrinas, o grau de aumento dos seios também pode mudar. Por conseguinte, os resultados do exame físico podem ser diferentes em diferentes alturas do ano. O tratamento atual para o aumento dos seios é essencialmente sintomático, recorrendo sobretudo à regulação endócrina. Após a menopausa, o nível de estrogénio do corpo desce e a mastopexia fica sem tratamento. As mulheres com aumento do peito devem desenvolver bons hábitos, trabalhar e descansar regularmente, fazer mais exercício para melhorar a sua saúde e prestar atenção a uma nutrição equilibrada para ajudar a regular a secreção endócrina e melhorar o aumento do peito.