A doença de Alzheimer é uma doença crónica que não é fatal em si mesma e não afecta a esperança de vida. A morte é geralmente fatal devido à falta de atenção aos cuidados posteriores que conduzem a patologias secundárias, etc. A duração da doença é de aproximadamente 5-10 anos, com alguns doentes a sobreviverem mais de 10 anos, dependendo do indivíduo. A doença de Alzheimer, também conhecida como mal de Alzheimer, tem como primeiro sinal comum a perda de memória. À medida que a doença progride, o doente perde o raciocínio, a linguagem, a tomada de decisões, a capacidade de julgamento e outras capacidades essenciais, tornando impossível levar a cabo a vida quotidiana sem a ajuda de outros. Por vezes, verificam-se alterações da personalidade e do comportamento. A doença não tem cura e a eficácia da medicação é limitada. Por conseguinte, os cuidados prestados a estes doentes centram-se principalmente na enfermagem. A prestação de cuidados eficazes pode prolongar a vida do doente e melhorar a sua qualidade de vida. Alguns doentes acabam por morrer devido a complicações como infecções pulmonares, infecções do trato urinário e úlceras de pressão, e normalmente sobrevivem cerca de 5-10 anos. Por conseguinte, a família do doente deve concentrar-se nos cuidados para prolongar a vida do doente o mais possível.