Após uma fractura, o membro ferido não deve ser movido à vontade para evitar lesões secundárias no local da fractura, ou seja, reinjúrio nos vasos sanguíneos adjacentes, nervos e tecidos moles devido ao deslocamento da extremidade da fractura. É melhor chamar 120 ao local para tratamento, quando disponível, e a fixação/travagem temporária da perna fracturada deve ser efectuada no local. Se a fractura estiver aberta, a ferida pode ser vestida com um penso de gaze limpo, e depois imobilizada temporariamente, e depois transportada para o centro de trauma de emergência mais próximo por pessoal especializado em primeiros socorros para posterior diagnóstico especializado e tratamento de seguimento.
Após o transporte para o hospital, será realizado um exame histórico de rotina, exame físico e imagiológico, perguntando sobre a causa da lesão, o estado local da fractura, o movimento e a sensação do membro lesionado, a presença de outras lesões combinadas, e um exame de rotina com raios X da perna inferior lesionada.
Em caso de suspeita de lesão arterial, a ecografia vascular é realizada prontamente e se o diagnóstico ainda não for claro, a DSA é realizada, se necessário. Contudo, ainda existem limitações à utilização clínica da ASD, tais como o facto de se tratar de um teste invasivo que requer o levantamento repetido do paciente, o que é inconveniente para pacientes com lesões múltiplas em todo o corpo, o facto de o teste ser demorado e poder atrasar o tratamento, e o facto de os hospitais primários poderem não ter equipamento de ASD.