O que acontece quando uma fractura tibiofibular é lenta a sarar?

Há muitas razões para a cura lenta das fracturas tibiofibulares, as mais comuns clinicamente são as seguintes: Em primeiro lugar, a fractura do 1/3 médio e inferior da tíbiofíbula, que é lenta a sarar em comparação com outras partes, é determinada pela sua própria anatomia, uma vez que existe apenas uma camada de pele na zona, os músculos e tecidos moles circundantes não estão bem desenvolvidos e a circulação sanguínea é relativamente fraca. Em segundo lugar, quando a fractura ocorre é uma fractura cominutiva, que tem um tempo de cura mais lento em comparação com uma fractura normal. Em terceiro lugar, quando a fractura tem uma lesão aberta muito grave com danos graves nos tecidos moles ou mesmo infecção, o tempo de cicatrização é ainda mais lento. Contudo, enquanto houver sinais de cura e cada revisão de filme mostrar alguma melhoria em relação à última fractura, a fractura pode continuar a ser monitorizada. Normalmente, se a fractura não cicatrizar em cerca de 9-12 meses, considera-se uma segunda cirurgia com um enxerto ósseo ilíaco para promover a cura.