Dependendo do tipo de vacina da Nova Coroa, as doses clínicas são divididas em doses de uma, duas e três doses. A primeira possibilidade é que alguns doentes não tenham anticorpos eficazes nos seus corpos, ou que os seus níveis de anticorpos sejam insuficientes, e por isso podem precisar de ser vacinados mais frequentemente sob a orientação de um profissional médico, caso em que os benefícios da escolha de doses múltiplas podem compensar as desvantagens, mas são menos comuns. No segundo caso, o número de vacinações pode ser aumentado porque o paciente esqueceu o número de vacinas, etc., e pode haver algumas reacções adversas neste caso. No entanto, isto também é raro, uma vez que é necessária informação pessoal para se registar para a vacinação. Como a nova vacina só está em desenvolvimento há pouco tempo, não há investigação definitiva sobre os perigos da repetição das quatro doses. No entanto, é teoricamente possível que a repetição de quatro doses da vacina da Nova Coroa possa ter algum efeito no sistema imunitário do organismo e, portanto, aumentar o risco de reacções desconfortáveis, tais como tonturas, fadiga, fraqueza, febre, ou o agravamento da reacção de vacinação em algumas pessoas. É importante notar que a eficácia da nova vacina não é determinada pelo número de doses dadas, e que quanto mais doses forem dadas, melhor será a capacidade do organismo para combater o vírus em questão. Pelo contrário, pode causar problemas com a redução da eficácia da vacina. O número de doses da vacina foi estudado em profundidade por investigadores profissionais e é aconselhável seguir o procedimento normal de vacinação, excepto em casos muito especiais, tais como quando o organismo não desenvolveu anticorpos eficazes, caso em que o número de doses pode ser aumentado a conselho do médico. Os pacientes que já receberam quatro doses da nova vacina são aconselhados a manterem-se atentos à sua saúde e a irem para o hospital se sentirem quaisquer sintomas de desconforto, a fim de evitar reacções adversas graves.