O tempo de vida de uma pessoa com um foco isquémico cerebral não pode ser generalizado e está intimamente relacionado com a localização e tamanho da lesão. De facto, os focos isquémicos não são uma doença isolada e podem ser causados por embolia cerebral, trombose cerebral, enfarte lacunar e outras condições. Em geral, se o foco isquémico for pequeno e tratado rapidamente, o paciente recupera normalmente num curto espaço de tempo e não afecta a esperança de vida normal. Contudo, se o local de isquemia for crítico, como no tronco cerebral, ou a área de isquemia for grande e os danos no tecido cerebral forem graves, e o tratamento não for satisfatório, pode encurtar a esperança de vida normal do paciente e até mesmo a morte súbita pode ocorrer. Além disso, após tratamento activo, devem ser efectuadas visitas regulares de acompanhamento ao departamento de neurologia do hospital, estritamente de acordo com os conselhos médicos, para observar as alterações do estado e para manter o doente em tratamento.