A terapia intervencionista minimamente invasiva refere-se ao tratamento da hérnia de disco cervical e lombar através da punção de uma agulha de punção no tecido do núcleo pulposo da hérnia ou perto do nervo doente sob a orientação de raio-X ou TC, e depois ablação ou retracção do disco usando plasma, radiofrequência, ozono e outros métodos para libertar a compressão do nervo; ou injecção de analgésicos e anti-inflamatórios para eliminar o edema e inflamação do nervo. O tratamento intervencionista minimamente invasivo para espondilolistese cervical e lombar tem as seguintes vantagens. A primeira é que é muito segura. Devido à utilização de radiografias ou ao posicionamento da tomografia computorizada, juntamente com a escolta do instrumento de radiofrequência, sendo assim uma remoção do alvo, não irá danificar os nervos ou tecidos normais. O segundo é que os resultados são satisfatórios. Intervenções minimamente invasivas não são procedimentos cirúrgicos, mas com a escolha certa de indicações, podem alcançar resultados semelhantes aos da cirurgia, mas sem as complicações associadas à cirurgia. A terceira é que é praticamente não-invasiva. Intervenções minimamente invasivas deixam apenas um pequeno orifício que cicatriza em poucas horas. Intervenções minimamente invasivas também podem ser repetidas várias vezes sem causar aderências locais de tecido. A quarta é o baixo custo. A maioria dos pacientes com espondilolistese cervical e lombar são adequados para tratamentos intervencionistas minimamente invasivos. Contudo, se a hérnia de disco na coluna cervical e lombar for muito grande e comprimir a medula espinal, recomenda-se o tratamento cirúrgico como a melhor opção.