Como é que o melasma aparece?

  Melasma, também conhecido como “manchas de fígado” e “manchas de borboleta”, é uma condição de pele comum que ocorre no rosto e é caracterizada pela hiperpigmentação. Chloasma ocorre em mulheres jovens e de meia-idade, especialmente durante a gravidez, após o parto e em mulheres que tomam contraceptivos orais. Aparece como uma mancha castanha clara ou castanha-amarelada com bordas claras mas de forma irregular, simetricamente distribuída à volta dos olhos, testa, arco da sobrancelha, nariz, bochechas, lábios e boca, etc. Não tem sintomas conscientes, é crónica e piora após exposição solar.  Devido ao seu impacto estético, a cloasma pode trazer uma carga psicológica grave aos pacientes, e em casos graves, pode afectar o trabalho e a vida. As causas e patogénese do melasma são complexas e ainda não foram completamente elucidadas. Segue-se uma breve descrição das suas causas e patogénese comuns: Melasma e endócrino: 1. O estrogénio pode aumentar a produção de melanina ao levantar o efeito inibidor do glutatião, ou grupo sulfidrílico, sobre a tirosina.  2, anomalias da hormona tiroidiana: a tiroxina na hormona tiroidiana pode promover o processo de oxidação da tirosina e da melanina, e reduzir o grupo sulfidrílico na epiderme e aumentar a formação de melanina.  Melasma e exposição à luz solar, estimulação térmica: a luz UV ou a estimulação térmica à luz solar podem fazer a oxidação dos grupos sulfidrílicos na pele e activar e aumentar a actividade da tirosinase da pele, que por sua vez activa os melanócitos, fazendo-os dividir mais rapidamente e aumentar a sua actividade, aumentando o número de melanócitos por unidade de área, a secreção de vesículas de melanina, e acelerando o movimento de difusão, provocando a pigmentação da pele. No Verão, a radiação UV é forte, mas no Inverno, torna-se mais fraca, pelo que os doentes com melasma tendem a mostrar a mudança do Verão pesado e do Inverno ligeiro.  Melasma e danos dos radicais livres de oxigénio: A formação e remoção de radicais livres de oxigénio no corpo humano estão sempre num equilíbrio dinâmico, sendo os radicais livres continuamente gerados e removidos ao mesmo tempo. Nos doentes com melasma, o equilíbrio oxidativo e antioxidante no corpo é na sua maioria perturbado. A geração excessiva de radicais livres de oxigénio e a reduzida actividade das enzimas antioxidantes no corpo podem causar peroxidação lipídica nas membranas biológicas, resultando em danos na função estrutural das membranas e causando melasma.  Melasma e reologia sanguínea alterada: A medicina moderna descobriu que os pacientes com melasma têm indicadores de reologia sanguínea anormais, e acredita-se que o aumento da viscosidade sanguínea está associado à estagnação do Qi e à estase sanguínea.  Outros factores: factores genéticos, desequilíbrio microbiano na área da lesão, factores psicológicos e a influência de certas doenças ginecológicas podem todos contribuir para o desenvolvimento do melasma.