Melasma é uma doença de pele pigmentada intratável com causas complexas envolvendo endocrinologia, exposição solar, genética, doenças crónicas, medicamentos, métodos mentais e de cuidados de pele impróprios. Factores endócrinos: níveis elevados de estrogénio são uma das principais causas da melasma, comummente encontrada em mulheres grávidas, solteiras e que tomam contraceptivos orais. Exposição à luz solar: luz ultravioleta, luz visível e luz infravermelha podem aumentar a actividade da tirosinase, levando a um aumento da síntese da melanina. Factores genéticos: Alguns estudiosos descobriram que a prevalência familiar do melasma é superior a 50%, sugerindo que a doença tem uma certa correlação genética, especialmente em pacientes do sexo masculino. Doenças crónicas: Muitos doentes sofrem de doenças hepáticas, doenças auto-imunes da tiróide, intoxicação crónica por etanol, tuberculose, doenças genitais femininas, distúrbios menstruais, dismenorreia, adnexite, infertilidade, etc. Factores de medicação: comprimidos contraceptivos, clorpromazina, fenitoína, Ativan, etc. Factores mentais: tensão mental, mudanças de humor elevadas, stress, longas noites tardias e vida irregular são propensos ao chloasma. Métodos de cuidados de pele impróprios: limpeza excessiva da pele, utilização de produtos de cuidados de pele não qualificados que danificam ou estimulam directamente a pele, deslocação a instituições informais para esfoliar, etc. Para além das causas acima mencionadas, factores como a expansão dos vasos sanguíneos, destruição da função de barreira cutânea e envelhecimento do colagénio dérmico podem também levar a um aumento da actividade da tirosinase, resultando no aparecimento do chloasma.