A enxaqueca é uma das doenças mais difíceis de controlar no mundo. A dor tem uma localização fixa, mais frequentemente num ou em ambos os lados da testa, área temporal e à volta das órbitas. Os ataques de enxaqueca não só causam dores graves, como também reduzem severamente a qualidade de vida do paciente, levando à ansiedade e depressão. A medicação provou ser ineficaz, e para as enxaquecas refractárias e intratáveis, deve ser realizada uma nova cirurgia. Quão eficaz é a cirurgia minimamente invasiva para enxaquecas de vários anos? A investigação clínica recente revelou que a enxaqueca é causada por uma relação desalinhada entre os vasos sanguíneos e os nervos. Os vasos sanguíneos e nervos originais que os acompanham, sob certos factores, ficam entrelaçados, enredados e comprimidos de forma aderente, aumentando assim a concentração de neurotransmissores causadores de dor no sangue, resultando na transmissão de sinais de dor pelos nervos, pelo que a chave para o tratamento da enxaqueca é libertar a compressão dos vasos sanguíneos sobre os nervos. O procedimento de descompressão microvascular actualmente em curso no campo do tratamento da enxaqueca é guiado por um microscópio de alta definição e funciona directamente nos vasos sanguíneos doentes, isolando-os dos nervos e utilizando materiais especiais para proteger os nervos, restaurando assim a função nervosa normal. O procedimento é um procedimento minimamente invasivo muito avançado e maduro, com uma incisão de apenas 3-5 cm no couro cabeludo e poucas complicações pós-operatórias, e é extremamente eficaz no tratamento da enxaqueca, especialmente da enxaqueca intratável.