A laparoscopia tem sido gradualmente utilizada no campo da urologia pediátrica desde os anos 90. A laparoscopia caracteriza-se por um trauma cirúrgico mínimo, amplo campo operatório, recuperação pós-operatória precoce, ferida estética e curta estadia hospitalar. A cirurgia laparoscópica tem sido utilizada para (i) exploração laparoscópica de criptorquidismo intocado com fixação descendente; (ii) biopsia exploratória de malformações gonadais em ambos os sexos; (iii) remoção laparoscópica de displasia renal policística (displasia renal policística) e pequenos rins hipoplásicos; (iv) remoção de tumores adrenais; (v) remoção de cápsula de próstata; (vi) alta ligadura de varicocele, etc. As séries de doenças acima referidas são tratadas laparoscopicamente de forma rotineira. Actualmente, a pieloplastia laparoscópica posterior e a hemi-nefrectomia para rins pesados estão também a ser realizadas de forma selectiva. Com o melhoramento do equipamento, robótica e tecnologia robótica, a laparoscopia será mais amplamente utilizada, com menos dor e melhor qualidade de vida para a criança após a cirurgia.