O que se entende por epilepsia refractária?

  Não é científico para algumas pessoas generalizar o termo epilepsia refratária para epilepsia que não cicatriza. Em muitos casos, o mau resultado deve-se a outras razões, tais como diagnóstico pouco claro, tratamento irregular, e má adesão do paciente aos medicamentos antiepilépticos.  Considera-se geralmente que após mais de 2 anos de tratamento regular com 2-3 medicamentos antiepilépticos de primeira linha e com concentrações de fármacos sanguíneos dentro da gama de concentrações terapêuticas eficazes, a epilepsia que não consegue controlar eficazmente as crises e afecta a vida diária e o trabalho, e na qual nenhuma doença progressiva do sistema nervoso central ou lesões ocupantes são detectadas por neuroimagem, é considerada epilepsia refractária. Os doentes com este tipo de epilepsia estão sobretudo associados a anomalias tais como diminuição da função neuropsicológica.