Omicron é uma variante do novo coronavírus. A variante Omicron está a propagar-se rapidamente a nível internacional e é mais insidiosa e transmissível do que outras variantes, com sintomas relativamente leves e menos doenças graves em doentes infectados. Os sintomas são relativamente leves, em parte porque a imunidade das células T à vacinação ou à infecção natural ainda funciona, e em parte porque a própria variante Omicron é menos patogénica, sendo os principais sintomas a febre, tosse seca, dor de garganta, dor de cabeça, mal-estar e congestão nasal. As manifestações específicas são: 1. sintomas respiratórios superiores são mais frequentes, com mais tosse e dores de garganta; 2. alguns pacientes têm sintomas de febre, principalmente febre moderada, mais frequentemente por volta dos 38,5°C; 3. sintomas gastrointestinais são relativamente raros, e no passado eram os sintomas digestivos (náuseas, vómitos, diarreia) que eram relativamente frequentes. Além disso, estudos relevantes demonstraram que o omicron é mais susceptível de infectar as vias respiratórias superiores humanas, e a sua taxa de replicação nos tubos bronquiais humanos é 70 vezes mais rápida do que a da variante delta, enquanto no tecido pulmonar humano é 10 vezes mais lenta do que a da variante delta. Por conseguinte, os sintomas iniciais de infecção com omicron são muito semelhantes aos da constipação comum, e deve ser dada especial atenção aos 8 sintomas seguintes, caso ocorram, e ir imediatamente ao hospital para rastreio. 1. dor de garganta, garganta 2. congestão nasal e corrimento nasal; 3. espirros; 4. dores de cabeça; 5. dores musculares; 6. dores nas costas; 7. suores nocturnos; 8. fadiga e perda de apetite. Em conclusão, a variante Omicron não deve ser tomada de ânimo leve em termos de prevenção, controlo ou tratamento. Em caso de suspeita de sintomas de pneumonia neocrónica, é importante seguir os procedimentos padronizados e procurar atenção médica em tempo útil com boa protecção pessoal.