Objectivo Investigar as características clínicas e patológicas do carcinoma de pequenas células da bexiga.
>br />Métodos Os dados básicos de 9 casos de carcinoma de pequenas células da bexiga foram analisados retrospectivamente. Seis casos eram do sexo masculino e três casos do feminino. A idade variou de 45 a 79 anos, com uma média de 62 anos de idade. As manifestações clínicas foram hematúria carnal em 7 casos, dificuldade em urinar e dor abdominal inferior em 2 casos. O diâmetro do tumor variou de 0,5 a 7,0 cm, com uma média de 2,0 cm; 2 casos eram múltiplos, 5 casos eram solitários, e 2 casos tinham um crescimento difuso de toda a bexiga. 7 casos tinham citologia de esfoliação urinária, e 4 casos eram positivos. 1 caso apresentava cálcio sanguíneo elevado (3,15 mmol/L) e fósforo sanguíneo baixo (0,61 mmol/L) no exame pré-operatório, e normalizado 1 mês após a cirurgia. 9 casos foram tratados cirurgicamente, e 4 deles foram diagnosticados como todos os 9 casos foram tratados cirurgicamente, dos quais 4 casos foram diagnosticados superficialmente com TUR-BT, e todos eles foram tratados com perfusão regular da bexiga em pirrolizidina e 1 caso com 3 ciclos de quimioterapia após a cirurgia; 2 casos foram tratados com ressecção parcial da bexiga, todos eles foram tratados com perfusão regular da bexiga em pirrolizidina e 1 caso com 2 ciclos de quimioterapia; 3 casos foram tratados com ressecção total da bexiga radical e 2 casos foram tratados com quimioterapia intravenosa.
Exame patológico pós-operatório: as células tumorais eram pequenas em tamanho, redondas em forma, com citoplasma esparso, núcleos densamente corados e sem estruturas semelhantes a ninho. Coloração imuno-histoquímica: CgA(+), enolase específica de neurónios(+). O diagnóstico foi de carcinoma de pequenas células, incluindo um caso contendo um componente de carcinoma celular migratório e um caso com cancro de próstata combinado. Quatro casos com bexiga preservada foram acompanhados, e três morreram de metástase aos 4, 9, e 25 meses após a cirurgia, respectivamente, e um caso com quimioterapia pós-operatória foi acompanhado durante 24 meses sem recidiva ou metástase. Dois dos três casos com ressecção total da bexiga morreram aos 2 e 28 meses de pós-operatório, respectivamente, e um caso não teve recidiva tumoral ou metástase aos 32 meses de seguimento pós-operatório.
>br /> Conclui-se que o carcinoma de pequenas células da bexiga tem elevada malignidade e mau prognóstico, a cistectomia total radical + quimioterapia sistémica é o principal método de tratamento, e a cirurgia para preservar a bexiga deve ser combinada com a quimioterapia sistémica, o prognóstico é determinado pela fase clínica do tumor e pela escolha do tratamento.