A ablação por radiofrequência é necessária para a fibrilhação auricular paroxística?

Para os doentes com fibrilhação auricular paroxística, recomenda-se que sejam tratados primeiro com medicação e depois com ablação por radiofrequência se a medicação for ineficaz. A ablação por radiofrequência é um procedimento cirúrgico invasivo, e qualquer procedimento cirúrgico acarreta um certo risco, e a ablação por radiofrequência não é exceção. No entanto, a ablação por radiofrequência é também relativamente segura em termos gerais, com menos doentes a sofrerem complicações pós-operatórias graves. As possíveis complicações da ablação por radiofrequência incluem derrame pericárdico, tamponamento cardíaco, bloqueio atrioventricular, enfarte do miocárdio e regurgitação aórtica. Embora a probabilidade de ocorrência destas complicações seja baixa, existe a possibilidade de ocorrerem. Para pacientes com fibrilação atrial paroxística, deve-se usar medicação para controlar os sintomas e regular a freqüência cardíaca, e a ablação por radiofreqüência deve ser considerada após a medicação ser ineficaz. Os doentes com fibrilhação auricular paroxística devem dirigir-se atempadamente ao hospital, escolher o plano de tratamento adequado sob a orientação do médico e submeter-se a um tratamento normalizado.