Falar de otolitros~

  O termo “vertigem posicional paroxística benigna” é utilizado para descrever o aparecimento de otólitos, que se caracterizam por paroxística, alterações da posição da cabeça com nistagmo característico, transição: período de incubação de zero a 15 segundos, individualmente até 35 segundos, duração inferior a 60 segundos para as pedras do canal e superior ou igual a 60 segundos para as pedras da crista jugular. E há sobretudo fadiga, ou seja, auto-remissão. É portanto uma doença auto-limitada, isto é, que por vezes se redime ou mesmo se cura a si própria.  A doença pode ser primária, ou seja, de origem desconhecida, ou secundária, ou seja, causada por doenças do ouvido e outras perturbações.  O tratamento actual mais eficaz é o reposicionamento, com manipulação para diagnóstico e reposicionamento, e equipamento especializado de diagnóstico e reposicionamento de tratamento, que está disponível nos hospitais maiores.  A vertigem, contudo, é um sintoma que pode ocorrer com uma variedade de condições que não os otólitos. Abrange otologia, neurologia, oftalmologia, ortopedia, reabilitação, medicina interna e neuropsiquiatria, pelo que os pacientes confrontados com vertigens devem ser considerados numa análise abrangente e adoptar um princípio de tratamento holístico que combine medicina chinesa e ocidental.