Na fase final da insuficiência renal crónica, a redução da excreção de fósforo, a redução da reabsorção de cálcio e a redução da secreção de vitamina activa D3 resultam frequentemente numa perturbação do metabolismo do cálcio e do fósforo, manifestando-se muitas vezes como baixo cálcio e alto fósforo, o que por sua vez leva a um aumento da secreção de hormonas paratiróides, resultando num hiperparatiroidismo secundário. O hiperparatiroidismo secundário também pode levar a doença óssea hiperconvertida, também conhecida como doença óssea hiperparatiróide, que se manifesta principalmente em doentes com hiperparatiroidismo em insuficiência renal crónica. Para além de um aumento significativo das glândulas paratiróides, há um aumento significativo de cálcio, fósforo e fosfatase alcalina.