Que tipo de criança é um bom candidato à inserção de condutas lacrimais?

  1. crianças para as quais o tratamento conservador falhou; 2. crianças mais velhas com obstrução das condutas lacrimais (>5 meses); 3. crianças com história de exploração de condutas lacrimais falhadas, crianças que tiveram uma ou mais explorações de condutas lacrimais noutros hospitais; 4. crianças que estão longe de casa, crianças que precisam de viajar de e para o hospital várias vezes para tratamento; 5. pais que estão dispostos a submeter-se uma vez à entubação e não estão dispostos a ter explorações repetidas de condutas lacrimais; 6. Crianças com história familiar de estenose lacrimal; 7. crianças com menos de 5 meses de idade, mas com sintomas óbvios de dacriocistite neonatal, ou mesmo com dacriocistite aguda.  Como a anatomia nasal é mais complexa nas crianças mais velhas, existem frequentemente múltiplas obstruções e aderências no ducto lacrimal, ducto lacrimal comum, ducto nasolacrimal, alguns com atresia dos pontos lacrimais e mesmo estreitamento ósseo do ducto nasolacrimal. Estes não são abordados pela cirurgia convencional de sondagem de condutas lacrimais. Muitas crianças com um historial de acesso falhado têm lágrimas e ‘pseudo-tratos’ nas suas condutas lacrimais, e o acesso repetido aos ‘pseudo-tratos’ pode levar a edema grave dos tecidos e infecção secundária. A entubação reconstrutiva do canal lacrimal é, portanto, a primeira escolha para este grupo de crianças. A intubação lacrimal deve ser considerada.