Que tipo de pessoa desenvolve a síndrome de Estocolmo?

O efeito de Estocolmo, também conhecido como Síndrome de Estocolmo ou Complexo de Reféns ou Síndrome de Reféns, é um complexo em que a vítima de um crime fica emocionalmente ligada ao criminoso e, por sua vez, até ajuda o criminoso. Esta emoção faz com que a vítima fique ligada ao criminoso, dependente dele ou dela, e até mesmo a ajudar na perpetração do crime. Que tipo de pessoa desenvolve a Síndrome de Estocolmo? A base de dados de reféns do FBI mostra que aproximadamente 27% dos reféns apresentam sintomas da Síndrome de Estocolmo. De acordo com os psicólogos, as pessoas emocionalmente dependentes e facilmente influenciáveis são mais susceptíveis de desenvolver a Síndrome de Estocolmo se se encontrarem numa situação semelhante. A síndrome de Estocolmo caracteriza-se geralmente pelas seguintes características: 1. o refém deve ter um sentimento genuíno de que o raptor (criminoso) está a ameaçar a sua sobrevivência. 2) Durante a situação de refém, o refém deve estar consciente da possibilidade de receber pequenos favores do raptor (autor do crime). 3) O refém deve estar isolado de todos os pontos de vista, exceto do ponto de vista do raptor (normalmente sem qualquer informação do mundo exterior). 4. o refém deve acreditar que a fuga não é possível. O síndroma de Estocolmo caracteriza-se geralmente por quatro processos principais: 1. medo: uma alteração da situação devido a coação e intimidação súbitas. 2. 2. medo: um sentimento de insegurança, um sentimento de ameaça física e psicológica. 3. compaixão: passar algum tempo com o tomador de reféns e perceber que a pessoa não tem escolha senão agir e não é “diretamente” prejudicada. 4.Ajuda: dar ajuda intangível ao sequestrador, como cooperação, não fugir, tranquilizar, etc.; ou ajuda tangível, como ajudar a fugir, interceder junto do juiz, fugir em conjunto, etc.