Implantes para pé diabético

  Os implantes são um procedimento que demonstrou uma eficácia notável na reparação de áreas maiores de trauma, pelo que, só nessa base, parecem ser um bom atalho para a cicatrização de feridas do pé diabético. Os implantes são ou não fiáveis para o tratamento de úlceras do pé diabético?  Em primeiro lugar, é importante compreender que as úlceras causadas pelo pé diabético são diferentes dos traumas de pele normais. A chave para tratar as úlceras do pé diabético é tratar primeiro a “lesão interna”. Se só for conduzido pelos problemas de cicatrização do pé, é difícil tratar eficazmente as úlceras do pé diabético.  É importante reconhecer que não é raro ter um implante no pé em determinadas circunstâncias, mas é uma minoria de casos. E há várias outras situações que geralmente surgem ao implantar a pele em pacientes com pés diabéticos: 1. Os pacientes diabéticos estão de má saúde geral devido à sua doença prolongada, e é uma questão de saber se podem aceitar a ida e a volta da cirurgia.  2. se os pacientes escolherem pele artificial para transplante, haverá o fenómeno da rejeição. Se a pele for retirada do próprio corpo do paciente, fará aparecer uma nova ferida, e se não for tratada correctamente, conduzirá à mesma situação que as úlceras do pé diabético. 3, se os vasos sanguíneos e o açúcar no sangue não forem devidamente regulados e desbloqueados, as hipóteses de cicatrização da ferida após a implantação não são elevadas, e se a ferida precisar de ser aberta novamente após a sutura, isto agravará as hipóteses de infecção e expansão da ulceração.