Se o paciente for de idade avançada e tiver tensão arterial elevada, diabetes, hiperlipidemia ou tabagismo prolongado ou consumo de álcool, significa que o paciente tem uma base vascular e pertence a um grupo de alto risco para doenças cerebrovasculares, e pode precisar de tomar medicação de prevenção secundária, como a aspirina, cuja função principal é prevenir a agregação plaquetária e a trombose. O principal efeito da atorvastatina é estabilizar a placa aterosclerótica, tornando-a apertada e difícil de desalojar, e impedir a ocorrência de pequenas embolias cerebrais após a desalojação. Drogas como a nimodipina, nicergolina, edebenona ou cápsulas de olanzapina também podem ser utilizadas para melhorar o metabolismo cerebral e promover a nutrição das células nervosas cerebrais para prevenir a ocorrência de deficiências cognitivas vasculares. Quanto aos enfartes cerebrais lacunares e focos isquémicos já vistos em imagens, mesmo com o tratamento acima referido, é pouco provável que as lesões sejam reduzidas e são classificadas como danos fixos já ocorridos.