O enfarte cerebelar é um enfarte da circulação posterior e a doença é ainda relativamente grave. Se o local e a extensão do enfarte forem grandes, pode causar edema grave no tecido cerebral, levando à compressão do quarto ventrículo e causando hidrocefalia obstrutiva, o que pode aumentar a pressão intracraniana e pôr em perigo a vida do paciente. Se o enfarte não for grande, o doente pode ter dores de cabeça, náuseas, vómitos, tonturas e instabilidade, e disartria, pelo que o tratamento deve ser agressivo. Se o paciente for visto no início da fase aguda, pode ser tratado por trombólise ou, dependendo da causa, por anticoagulação, neuroprotecção, fibrina-baixa ou agregação antiplaquetária.