Até à data, a epilepsia intratável continua a ser um desafio de tratamento. Apesar dos avanços impressionantes na cirurgia da epilepsia, ainda existem algumas epilepsia intratável que não podem beneficiar da cirurgia. Com base em teorias e pesquisas, espera-se que a epilepsia possa ser tratada por meio de estimulação cerebral. A terapia com pacemaker cerebral tem tido grande sucesso no tratamento de doenças neurológicas como a doença de Parkinson, tremor primário, e distonia. Alguns dos centros de epilepsia mais avançados do mundo estão agora também a utilizar esta tecnologia no tratamento da epilepsia intratável. A estimulação eléctrica oferece uma nova opção para pacientes com epilepsia intratável que não são adequados para cirurgia, mas é também um tratamento muito promissor para a epilepsia. A terapia com pacemaker é também uma das características distintivas do Instituto de Neurocirurgia Funcional de Pequim, que está actualmente a realizar mais investigação clínica sobre o uso de pacemakers para epilepsia intra-uterina em paralelo com centros avançados de epilepsia em todo o mundo, e também tem alcançado resultados satisfatórios.