A epilepsia é uma doença crónica recorrente, e o diagnóstico é considerado nos três aspectos principais seguintes. 1. Manifestações clínicas Mais importantes! A epilepsia é um diagnóstico clínico, baseado principalmente em manifestações clínicas, a maioria das quais se manifesta como convulsões, mas também uma variedade de formas de convulsões, tais como desorientação, riso, afasia, etc. Os pais devem prestar atenção à situação durante cada convulsão convulsiva, tais como: tempo de convulsão, aura antes da convulsão, performance da cabeça, olhos e membros durante a convulsão, incontinência, contusões, perda de consciência, duração, condição pós convulsão, etc. Se a convulsão for acompanhada de qualquer doença, tal como febre, encefalite, ou hipocalcemia, geralmente não é diagnosticada primeiro como epilepsia. Uma única convulsão convulsiva também geralmente não é diagnosticada como epilepsia em primeiro lugar. Se os pais não testemunharam a convulsão, pergunte à pessoa que a viu para obter detalhes. Se possível, registar o processo de convulsões para análise e julgamento do médico. 2. EEG Muito importante, mas não o factor decisivo! O EEG pode registar a actividade eléctrica do cérebro, que mostrará anormalidade na epilepsia. Pode esclarecer o tipo de epilepsia e determinar o local, mas deve ser notado que: (1) A anormalidade do EEG não é igual à epilepsia O EEG é um gráfico muito complexo, e as crianças são ainda mais variáveis com a idade. O EEG normal de crianças também pode ter anomalias, mesmo com ondas epilépticas. (2) Um EEG normal não pode excluir a epilepsia. As convulsões são intermitentes e o EEG não é anormal o tempo todo. Quando o foco da convulsão é pequeno e profundo, pode não ser registado na superfície do cérebro. A epilepsia primária não tem lesões visíveis, enquanto que a secundária tem frequentemente lesões visíveis, tais como esclerose nodular, hemangioma, desenvolvimento anormal do cérebro, etc. Tente fazer uma ressonância magnética para esclarecer se existem lesões. O exame CT não é tão claro como a ressonância magnética, e existe um risco potencial de radiação.