A formação de tumores da parede ventricular deve-se à libertação de mediadores inflamatórios de leucócitos após enfarte do miocárdio, resultando em necrose de cardiomiócitos, formação de tecido fibroso cicatricial e subsequente remodelação do ventrículo esquerdo, resultando num inchaço cístico, em forma de bota ou irregular sob pressão ventricular esquerda. Como resultado, os tumores da parede ventricular não desaparecem normalmente por si mesmos.