A gastroenterite por rotavírus caracteriza-se frequentemente por vómitos, diarreia, febre e, em casos graves, desidratação hipertónica, convulsões e distúrbios electrolíticos. A presença de convulsões indica uma fase mais grave da doença e recomenda-se uma pronta atenção médica. O tratamento de convulsões devidas a gastroenterite por rotavírus requer tratamento gastrointestinal antiespasmódico sob supervisão médica, tais como pequenas doses de atropina e comprimidos de beladona para aliviar a musculatura lisa do estômago e intestinos, aliviando assim as convulsões, bem como a reidratação oral ou intravenosa para corrigir perturbações de água e electrólitos. Em caso de febre alta, o arrefecimento físico e, se necessário, medicamentos como o acetaminofeno são necessários para reduzir a febre. Para a diarreia, medicamentos antidiarreicos orais como o montelukast e o cloridrato de loperamida podem ser administrados para tratar a diarreia e encurtar a sua duração. Além disso, os probióticos podem ser tomados para regular a flora intestinal. O prognóstico para a enterite por rotavírus é bom se o paciente for bem tratado. Quando se tem enterite por rotavírus, é necessário isolar-se, desinfectar rigorosamente para evitar infecções, observar atentamente o estado do paciente, manter-se quente, prestar atenção à sua própria limpeza e higiene, não comer lacticínios e dissacarídeos como a sacarose, leite e beterraba durante o tratamento, evitar comer alimentos gordurosos para evitar afectar a função de absorção do intestino, desenvolver o hábito de beber mais água; exercitar-se adequadamente para reforçar a sua resistência.