A Síndrome de Pierre-Robin é o resultado da hipoplasia do primeiro arco parotídeo, que se caracteriza por um maxilar inferior hipoplástico – um maxilar pequeno – ou um maxilar inferior normalmente desenvolvido – um maxilar retraído – com uma língua caída, e é muitas vezes complicado por uma fenda palatina incompleta. Após o nascimento, a mandíbula pequena ou a mandíbula retraída com língua caída pode causar frequentes dificuldades respiratórias e até obstrução completa das vias respiratórias, o que pode ser fatal em casos graves. É dada especial atenção à susceptibilidade da criança ao relaxamento do sono. Os ataques repetidos e a hipoxia prolongada podem causar danos permanentes no tecido cerebral. Por conseguinte, uma amamentação cuidadosa e paciente é essencial para manter as vias respiratórias da criança sempre abertas após o nascimento. Ao amamentar, a criança deve ser mantida em posição direita e dormir de lado, com a cabeça ligeiramente abaixo dos pés. A pequena deformidade do maxilar desaparece normalmente espontaneamente após 2-3 anos e a cirurgia não é necessária. O tratamento cirúrgico é utilizado principalmente no período neonatal para aliviar a angústia respiratória e pode ser feito de duas maneiras. A segunda é a aderência do lábio, que é principalmente utilizada em casos de angústia respiratória em repouso ou durante o sono, com cianose ocasional ou em combinação com pneumonia.