A mandíbula invertida é causada principalmente pelo desenvolvimento excessivo da mandíbula ou combinada com a retração da maxila, que se manifesta pelo facto de os dentes inferiores morderem à frente dos dentes superiores. A melhor altura para a corrigir é quanto mais cedo melhor, pelo que se recomenda intervir o mais cedo possível assim que for detectada. O tempo para a correção ortodôntica pode ser dividido, grosso modo, em três fases, de acordo com os diferentes tipos de antomandibulares. Em primeiro lugar, os pais devem desenvolver posturas adequadas de amamentação e sucção, evitar morder o lábio superior e hábitos de respiração bucal, e corrigi-los assim que forem detectados para prevenir a formação de antomandíbulas. Se a criança já tiver desenvolvido a condição de antomandibular quando é descoberta, pode dirigir-se ao departamento de ortodontia do hospital especializado em medicina dentária aos 3-5 anos de idade, após a erupção completa dos dentes de leite, para se submeter a um tratamento ortodôntico funcional, de modo a evitar que a mandíbula se desenvolva para a frente. Quando os dentes permanentes estiverem completamente desenvolvidos, na idade de 12-13 anos, será necessário um tratamento ortodôntico para os dentes permanentes. Para os doentes que têm antomandíbula óssea, a cirurgia ortognática deve ser efectuada quando os maxilares superior e inferior estiverem completamente desenvolvidos, e o momento da cirurgia é depois dos 18 anos de idade. A mandíbula invertida não só afecta a estética do doente, como também afecta a função mastigatória normal e induz doenças respiratórias, pelo que necessita de deteção precoce e tratamento precoce.