O que precisa de saber sobre os tumores

Cinco grandes equívocos de pacientes com cancro Para além da prevenção, a compreensão adequada e enfrentar o cancro é também a chave para vencer o cancro. Com o desenvolvimento da tecnologia médica, o cancro tornou-se uma doença crónica como a diabetes e a tensão arterial elevada. O objectivo do tratamento do cancro também mudou de simplesmente matar células cancerosas para se concentrar mais na qualidade de sobrevivência dos doentes, não só para viver mais tempo mas também para viver melhor. Quais são os equívocos comuns dos pacientes com cancro? Mito 1: Medo de enfrentar o cancro de frente Para a maioria das pessoas, ser diagnosticado com cancro é um grande acontecimento que muda a vida, com sentimentos de choque, medo, raiva, tristeza, solidão e ansiedade que se seguem. Em alguns ambientes, o cancro continua a ser um tabu para se falar e os doentes com cancro são frequentemente discriminados ao ponto de os doentes terem medo de admitir que são doentes com cancro. Os especialistas dizem que ninguém pode evitar o cancro, ninguém precisa de tomar precauções, e é importante tomar medidas abrangentes e julgá-lo correctamente. Enfrentar o cancro e compreendê-lo correctamente pode levar ao diagnóstico e tratamento precoce dos doentes e criar um bom ambiente para que estes recebam um tratamento de qualidade. Mito 2: O cancro é indetectável nas suas fases iniciais Muitas pessoas acreditam que não existem sinais óbvios de cancro nas suas fases iniciais e que este se encontra normalmente nas fases médias a tardias quando é detectado. De facto, vários tipos de cancros como o cancro da mama, colorrectal, cervical e da próstata podem ser detectados precocemente através de exames de saúde de rotina e rastreio sem sintomas. Os tumores mais superficialmente localizados, tais como cancro da pele e cancro oral, podem ser diagnosticados através de biopsia oportuna durante os check-ups médicos. Alguns tumores localizados no interior do corpo podem também ser detectados precocemente através de check-ups de rotina. Por exemplo, o cancro renal e o cancro hepático precoce assintomáticos podem ser detectados precocemente através de exame ultra-sónico. Mito 3: Não há nada que possamos fazer em relação ao cancro Embora o cancro ainda seja um desafio que ainda está a ser enfrentado pela comunidade médica, os seres humanos não estão desamparados face ao cancro. Estudos demonstraram que um número significativo de tumores comuns pode ser prevenido com a orientação correcta para a tomada de decisões. A promoção de estilos de vida saudáveis é um elemento importante da prevenção de tumores. A promoção de estilos de vida saudáveis a nível global, regional e nacional é necessária para reduzir a incidência do cancro causado pelo abuso do álcool, por uma dieta pouco saudável e pela falta de actividade física. Mito 4: Não tratar cancro em fase terminal O tratamento do cancro em fase terminal deve aderir à filosofia “centrada nas pessoas”, que visa melhorar os sintomas dos doentes, controlar a progressão da doença, melhorar a qualidade de sobrevivência e prolongar a sobrevivência. O tratamento deve ser adaptado à condição, idade, situação financeira e expectativas de tratamento do paciente. Os pacientes não devem estar excessivamente preocupados com a radioterapia e outras opções de tratamento. Embora a radioterapia tenha certos efeitos secundários, estes podem ser eficazmente mitigados através dos meios existentes. Os pacientes não devem recusar a radioterapia por receio de efeitos secundários. Mito 5: O tratamento do cancro é o negócio dos médicos Na prática clínica, é muitas vezes quando a mente do paciente está bem assente e os seus pensamentos são optimistas, juntamente com o tratamento científico e padronizado, que a condição do paciente é estabilizada ou a sua vida é prolongada com a doença, e a qualidade de vida é assegurada. Portanto, os pacientes devem prestar atenção às flutuações psicológicas e emocionais individuais durante o processo de tratamento, porque o tratamento do cancro não é apenas uma questão para os médicos, mas também é importante para os pacientes manterem um bom estado de espírito. Os especialistas lembram que, para além do próprio paciente e do médico, a responsabilidade da família também é importante. Por um lado, devem prestar um bom apoio psicológico ao doente e proporcionar um aconselhamento psicológico direccionado para os diferentes graus de medo que o doente possa ter; por outro lado, devem observar atentamente as mudanças no seu estado para evitar complicações.