Os pacientes com enfarte cerebral são capazes de ter relações sexuais, mas deve notar-se que as relações sexuais devem ser evitadas durante a fase aguda do enfarte cerebral porque as relações sexuais durante este período podem causar excitação simpática e tensão arterial elevada, o que pode causar o agravamento dos sintomas do défice neurológico do paciente. Portanto, se os pacientes com enfarte cerebral quiserem ter relações sexuais, devem optar por fazê-lo durante o período de recuperação, quando as relações sexuais são relativamente seguras e não terão um grande impacto na reparação neurológica do paciente. Contudo, os pacientes devem também prestar atenção ao controlo e não ter relações sexuais com demasiada frequência, caso contrário também é fácil causar a recorrência do enfarte cerebral. Durante o período de recuperação, os doentes com enfarte cerebral também precisam de aderir ao tratamento padrão de prevenção secundária, incluindo agregação de antiplaquetários e estabilização da placa, bem como controlar factores de risco como a tensão arterial e o açúcar no sangue.