OBJECTIVO: Investigar a segurança e eficácia da orquiectomia radical modificada no tratamento do tumor de células seminomatosas da fase I. MÉTODOS: Os dados clínicos de 28 pacientes com seminoma testicular estágio I admitidos no nosso hospital de Janeiro de 2009 a Agosto de 2012 foram analisados retrospectivamente. 13 pacientes foram submetidos a orquiectomia radical modificada e 15 pacientes foram submetidos a orquiectomia radical transinguinal convencional. Foram comparadas a idade, tempo de operação, duração da incisão, pontuação de dor pós-operatória, tempo médio de hospitalização pós-operatória, taxa de complicações e taxa de recidivas pós-operatórias dos pacientes dos dois grupos. Não houve diferença significativa entre as duas abordagens cirúrgicas em termos de tempo operatório, taxa de complicações e taxa de recidivas pós-operatórias (P > 0,05), mas houve uma diferença significativa na pontuação de dor pós-operatória, duração da incisão e tempo médio de hospitalização pós-operatória entre os dois grupos (P < 0,05), e o grupo radical modificado teve um efeito mais estético devido a uma incisão mais pequena do que o grupo radical tradicional. O grupo radical modificado teve um resultado mais estético devido a incisões mais pequenas do que o grupo radical tradicional. Conclusão: A orquiectomia radical modificada para seminoma de fase I é segura e eficaz, com incisão estética e minimamente invasiva, menos dor pós-operatória e recuperação mais rápida em comparação com a orquiectomia radical transinguinal.