Os testes de gravidez não detectam epilepsia, seja para a mulher grávida ou para o feto. Para determinar se a paciente tem epilepsia, a mulher grávida precisa de visitar um neurologista e fornecer um historial médico detalhado. O diagnóstico de epilepsia baseia-se no historial médico, não em testes laboratoriais. Se a paciente tiver um historial claro de convulsões, tais como perda de consciência com convulsões generalizadas de 1-2 minutos, incapacidade de recordar o processo de convulsão após a convulsão, e um período de estado de consciência nebuloso e desfocado, este historial suporta convulsões. Este é o momento de refinar a RM craniana, bem como o EEG, o primeiro pode ajudar a esclarecer se existe uma lesão orgânica intracraniana e o segundo pode ajudar a esclarecer se existem ondas epilépticas. Se o EEG revelar ondas epilépticas tais como picos, espinhas ou espinhos e ondas lentas, pode ajudar ainda mais a confirmar o diagnóstico. Para os fetos, nenhum teste pode detectar antecipadamente a presença ou ausência de epilepsia.