Os nossos pacientes, que sofrem de doenças, estão frequentemente exaustos e lutam para navegar no longo e lento caminho para os cuidados médicos. Anseiam pela compreensão e cuidados dos seus médicos. Exigem informação, e colocam todo o seu desejo de vida no médico. Como pode um paciente cheio de esperança não querer ver o médico como seu salvador? Os médicos devem realmente pensar de forma diferente. O que quereria eu para o meu médico se eu fosse o paciente? Os médicos também são pessoas, estão a trabalhar arduamente, a fazer horas extraordinárias, em cada Ano Novo chinês, quando todas as pessoas se reúnem com as suas famílias, quantos médicos e enfermeiros trabalham silenciosamente para a recuperação dos pacientes. A medicina é uma disciplina independente, diferente de outras ciências naturais. Não existem simplesmente duas pessoas idênticas no mundo. A condição de cada pessoa é diferente, e a condição está sempre a mudar, com demasiada incognoscibilidade e demasiadas diferenças individuais. Há também demasiados problemas não resolvidos na medicina, e há limites ao desenvolvimento médico. Algumas doenças não serão curadas em nenhum país do mundo. Deve ser visto que todos os médicos têm uma ética profissional básica e querem curar os seus pacientes. Dado que a informação entre médicos e pacientes é assimétrica, os pacientes ficam frequentemente insatisfeitos porque não obtêm a informação certa. Pode-se ver que a boa comunicação entre médicos e pacientes e a confiança é muito importante. Pode-se ver que a relação médico-paciente precisa de ser trabalhada por médicos, pacientes e famílias, bem como por amigos nos meios de comunicação social.