A leucemia monocítica aguda é o tipo M5 da classificação da FAB. As causas comuns de leucemia aguda incluem químicos, infecções virais, medicamentos, factores genéticos, e uma série de doenças que se podem transformar em leucemia aguda. Após a confirmação do diagnóstico de leucemia monocítica aguda, a estratificação prognóstica é feita com base em testes de sangue, rotina da medula óssea, citogenética, genética molecular e outros testes relevantes.
O prognóstico varia de acordo com as anomalias cromossómicas e genéticas e é classificado como bom, intermédio ou mau prognóstico. No caso de bom prognóstico, a cura é possível apenas com quimioterapia, e o tratamento é iniciado com terapia de remissão por indução, vulgarmente conhecida como regime DA, regime IA, regime HAD, etc. Após a remissão ser alcançada através da remissão por indução, a terapia de manutenção é seguida de citosabina de alta dose ou citosabina em combinação com outros agentes quimioterápicos.
Para o mau prognóstico tipo M5, a remissão completa pode ser alcançada com quimioterapia seguida de transplante de células estaminais hematopoiéticas, que também podem ser curativas.