São mais comuns nas mulheres com 2-3 anos pós-parto, ou naquelas com hiperprolactinemia, e estão associadas à depressão dos mamilos. Se o tratamento continuar, a pele pode quebrar e o pus pode fluir, e em alguns casos a ferida pode não sarar após a remoção do inchaço, resultando em doença prolongada. Eventualmente, o peito é destruído. Se for este o caso, procurar imediatamente cuidados médicos junto de um especialista em mama.