Existem quatro tipos de espondilose cervical, um dos quais é caracterizado por dores no pescoço e ombro, tonturas, dores de cabeça e até náuseas e vómitos, visão turva, zumbido, “cabeça entupida” e desconforto na região precordial. No passado, os médicos deram frequentemente a estes pacientes medicação e fisioterapia para activar a circulação sanguínea e remover a estase sanguínea, mas os sintomas são recorrentes e ineficazes. Estes pacientes sofrem frequentemente de uma série de sintomas causados pela instabilidade cervical que estimula os nervos simpáticos. Alguns deles requerem fusão cervical anterior e cirurgia de fixação interna em placa e parafuso como tratamento final, porque os sintomas são insuportáveis e recorrentes. Existe uma melhor opção de tratamento entre o tratamento conservador e o definitivo? A utilização de radiofrequência plasmática minimamente invasiva (ablação por radiofrequência do tecido de disco segmentar correspondente na coluna cervical utilizando apenas uma agulha de cânula introduzida no eléctrodo de radiofrequência para bloquear a condução do nervo simpático) tem sido utilizada para tratar a espondilose cervical simpática com excelentes resultados. O tratamento é minimamente invasivo, sem incisões cirúrgicas, anestesia local e seguro. Mais de 100 pacientes foram tratados até agora, com eficácia definitiva no alívio dos sintomas.