A síndrome nefrótica é um grupo relativamente comum de condições clínicas, para o qual existem quatro diagnósticos e complicações. O diagnóstico da síndrome nefrótica é feito quando a hipoproteinemia, proteinúria profusa, hiperlipidemia e edema grave são clinicamente atingidos. Dois dos diagnósticos necessários são a quantificação da proteína da urina 24h superior a 3,5g e a albumina do sangue inferior a 30g/L. O desenvolvimento da síndrome nefrótica pode levar a uma série de complicações, as mais comuns das quais são quatro: infecção, trombose combinada de membros inferiores ou veias profundas, e lesão renal aguda, combinada com metabolismo de proteínas e energia adiposa. O tratamento da síndrome nefrótica baseia-se numa punção renal para identificar o tipo específico de patologia e, dependendo do tipo de patologia, é escolhido um plano de tratamento específico, muitas vezes com o uso de hormonas e medicamentos imunossupressores. O plano específico precisa de ser individualizado e a dieta deve ser de baixo teor de sal, pouca gordura e proteínas de alta qualidade para evitar o aumento da carga sobre os rins.