Classificação: 1. malformações arteriovenosas dos tecidos moles: antigamente conhecidas como “angiomas trapezoidais” e “fístulas arteriovenosas”; 2. malformações arteriovenosas dos tecidos ósseos: antigamente conhecidas como “angiomas centrais dos maxilares”. É importante salientar que: 1) a embolização interventiva é a modalidade de tratamento preferida; 2) a ligadura da artéria carótida externa e dos seus ramos, ou a embolização com uma mola ou fio na artéria de fornecimento de sangue é estritamente proibida. O principal objectivo da embolização é controlar o desenvolvimento da lesão e da hemorragia, e a chave é destruir a massa vascular anormal com um agente embólico líquido. Agentes líquidos embólicos comummente utilizados: etanol anidro e n-butil dicianacrilato (NBCA). Modalidades de tratamento: 1. malformações arteriovenosas dos tecidos moles: classificadas como fístulas difusas, focais e arteriovenosas. A cura pode ser obtida utilizando embolização pré-operatória + cirurgia radical. 2. malformações vasculares intra-maxilares de alto fluxo: divididas em malformações arteriovenosas e malformações arteriovenosas. Método de intervenção dupla: punção directa da artéria alveolar superior e inferior mais piscina venosa (malformação arteriovenosa proibida) Materiais: (1) Anel espiral metálico com cílios de algodão coagulado é primeiro libertado na lesão (para reduzir a taxa de fluxo). (2) Embolização com etanol anidro por punção intravascular ou local. A cura pode ser alcançada.