A toxoplasmose é uma infecção zoonótica e é frequentemente tratada com medicamentos como o etídeo e a sulfadiazina, tal como prescrito pelo médico. Se um doente suspeitar que tem Toxoplasma gondii, deve ir ao hospital para análises de sangue de rotina, serologia, esfregaços directos, testes de líquido cefalorraquidiano, radiografias cranianas e outros testes relevantes para confirmar o diagnóstico. Se o paciente estiver assintomático com Toxoplasma gondii, o tratamento anti-helmíntico pode não ser necessário. Contudo, se a paciente for imunocomprometida ou tiver uma infecção aguda por Toxoplasma numa mulher grávida, o tratamento anti-helmíntico deve ser administrado prontamente. Entre os fármacos normalmente utilizados incluem-se o etídio, sulfadiazina, azitromicina, etc. O tratamento habitual é de cerca de um mês. Contudo, se o doente for imunocomprometido ou tiver SIDA, a duração do tratamento deve ser prolongada. Além disso, se a paciente estiver grávida, a etidiazina deve ser evitada para prevenir a possibilidade de teratogenicidade. Na vida diária, o Toxoplasma gondii pode sobreviver em alimentos crus. Os pacientes devem evitar carne mal cozinhada, ovos e produtos lácteos e assegurar-se de que os alimentos são totalmente cozinhados. Se tiver animais de estimação em casa, deve tê-los desparasitados regularmente para evitar que excretam fezes com Toxoplasma gondii, o que poderia aumentar a probabilidade de infecção. Os pacientes devem lavar as mãos com água e sabão após tocarem nos animais de estimação ou antes de comerem para evitar infecções.