Qual deve ser a dieta diária para a redundância patológica dos doentes com epilepsia?

      O paciente gosta de repetir a mesma ideia, contar a mesma história vezes sem conta, e é incapaz de desenvolver os seus pensamentos. O supérfluo patológico causado pela epilepsia infringe gravemente a saúde do doente, e uma compreensão precoce das suas causas pode ajudar na detecção precoce e no tratamento do doente.  O mais importante é saber como comer e beber.  Verifica-se que leguminosas e cereais como a soja, lentilhas e trigo são ricos no oligoelemento manganês, e dados clínicos mostram que mais de 1/3 das crianças com epilepsia têm menos manganês sérico do que as crianças normais, pelo que comer mais leguminosas e cereais pode complementar a ingestão de manganês em doentes epilépticos. Além disso, estudos demonstraram que células cerebrais normais têm uma certa quantidade de material fosfátase, mas o cérebro dos doentes com epilepsia carece seriamente desta enzima, e os rebentos de feijão são ricos em material nitrofosfátase, pelo que comer rebentos de feijão pode suplementar a deficiência de fosfatase e aliviar a doença.  Os alimentos ácidos fornecem ao organismo uma rica vitamina C, vitamina B6, etc., o que favorece a síntese de neurotransmissores, compensando assim a falta de alguns neurotransmissores em pacientes epilépticos, especialmente em pacientes epilépticos primários, e reduzindo as convulsões. Os doentes epilépticos podem comer alimentos mais nutritivos e de fácil digestão, tais como massas, feijões, carne magra, ovos, peixe, leite, etc. Em particular, devem comer mais feijão, vegetais frescos, frutas e produtos lácteos, ricos em proteínas e ricos em fosfolípidos, para ajudar na recuperação do funcionamento cerebral e reduzir o número de convulsões ao mesmo tempo.