Em 1976, a Organização Mundial de Saúde referiu-se a doenças transmitidas através de relações sexuais ou actos similares colectivamente como doenças sexualmente transmissíveis (DST). Mais tarde descobriu-se que algumas infecções não se apresentam com sinais e sintomas, mas simplesmente transportam o agente patogénico, mas podem actuar como uma fonte de infecção causadora de transmissão, daí que o conceito de infecções sexualmente transmissíveis (DST) tenha sido introduzido para expressar isto. As únicas cinco “DSTs clássicas” são a sífilis, a gonorreia, o châncreas mole, o linfogranuloma venéreo e o granuloma inguinal. Em contraste, as doenças sexualmente transmissíveis cobrem quase toda a gama da microbiologia médica, para além das cinco “DSTs clássicas” mencionadas acima. Estas incluem: 1) doenças bacterianas: sífilis, gonorreia, chancreas moles, granuloma inguinal, etc.; 2) doenças virais: SIDA, herpes genital, condiloma acuminata, etc.; 3) doenças fúngicas: candidíase genital, etc.; 4) doenças clamídias: granuloma venéreo; 5) doenças de insectos: tricomoníase, sarna, piolhos púbicos, etc. É importante salientar que algumas das doenças acima mencionadas nem sempre são transmitidas através de comportamentos sexuais ou semelhantes, pelo que devem ser tratadas de forma diferente consoante o modo de transmissão, a fim de evitar conflitos pessoais, familiares e sociais desnecessários.